P. René Butler MS - 16to Domingo Ordinario -...
Volver a lo Básico (16to Domingo Ordinario: Sabiduría 12:13-19; Romanos 8:26-27; Mateo. 13:24-43) Las personas que recién están conociendo acerca de La Salette se sorprenden cuando leen las palabras de la Bella Señora:... Czytaj więcej
P. René Butler MS - 15to Domingo Ordinario -...
Abundancia (15to Domingo Ordinario: Isaías 55:10-11; Romanos 8:18-23; Mateo 13:1-23) El P. Paul Belhumeur M.S. es un apasionado de la naturaleza y de la creación. Él es también un ávido jardinero, y entiende la importancia de... Czytaj więcej
P. René Butler MS - 14to Domingo Ordinario -...
Alabanza Verdadera (14to Domingo Ordinario: Zacarías 9:9-10; Romanos 8:9-13; Mateo 11:25-30) Mateo, Marcos y Lucas reportan, todos ellos—dos veces cada uno—que Jesús hizo que la condición del discípulo sea la de cargar con... Czytaj więcej
P. René Butler MS - 13er Domingo Ordinario -...
Hijos de la Luz (13er Domingo Ordinario: 2 Reyes 4:8-16; Romanos 6:3-11; Mateo 10: 37-42)  Me pregunto si Jesús estaba pensando en Eliseo y en la mujer de Sunám cuando dijo: “El que recibe a un profeta por ser profeta, tendrá la... Czytaj więcej
P. René Butler MS - 12do Domingo Ordinario -...
Enemigos, ya no. (12do Domingo Ordinario: Jeremías 20:10-13; Romanos 5:12-15; Mateo 10: 26-33)  ¿Tienes enemigos? Todos sabemos de personas a las que nos les agradamos, que pudieran tener algún resentimiento en contra nuestra. Pero los... Czytaj więcej
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segunda-feira, 28 abril 2014 13:04

PPP 2014

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sexta-feira, 25 abril 2014 18:57

La Salette - Spring -Wiosna-Primavera-Printemps

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quinta-feira, 17 abril 2014 07:59

Comunidade saletina no Rio de Janeiro

 

“Bendito seja Jesus, que conosco estará além do altar”

Rio de Janeiro100 anos 2

 

É certo que humanamente falando, muitos irmãos do atual quadro dos religiosos saletinos não estejam vivos quando em 2064 o Santuário de Nossa Senhora da Salette do RJ completará 150 anos e em 2114 o seu segundo centenário...

Portanto, para nós que tivemos a graça de viver e celebrar o 1º centenário deste santuário, é momento de agradecimento e louvor. Mesmo estando em missão em outros estados e países, queremos fazer chegar nossa homenagem a todos vocês: religiosos e leigos deste Santuário.

Com todos os desafios de ser a segunda capital em população do nosso país, o Rio de Janeiro encanta e fascina o mundo. Mesmo conhecedores dos problemas do contexto urbano, não há quem não queira conhecer esta capital, com sua beleza ímpar, moldada pelas mãos do criador.

Existe outra beleza, que também vem das mãos do Criador: é o povo desta cidade, que carrega o seu jeito próprio de ser, confirmado no ditado popular: “sou carioca da gema, carioca da gema do ovo”...

Nesta cidade de tantas histórias e lutas, dos morros e favelas, do samba e da boemia, chegam oficialmente os Missionários Saletinos em 1912, depois de um período de discernimento e debates comunitários. Outros irmãos saletinos já escreveram muito bem os aspectos históricos desta nossa presença. Quero apenas neste momento, demonstrar nosso hino de gratidão a Deus, diante do gesto corajoso do Pe Moussier em adquirir o terreno no bairro do Catumbi e a fundação da Paróquia no dia 14 de abril de 1914.

A ardor missionário dos primeiros saletinos em nosso país, é a demonstração deste “Sopro Divino”, vento impetuoso que desinstala, envia e levou-nos ao bairro do Catumbi.

Quando os saletinos chegaram em São Paulo o bairro de Santana, era a região dos pobres e excluídos. Não foi diferente a realidade encontrada no Bairro do Catumbi. Passando rapidamente pela cidade do Rio de Janeiro dos anos de 1900, com seus oitocentos e onze mil habitantes chegamos ao Rio de Janeiro no contexto atual. Olhando o Catumbi do século 21 percebemos três realidades arquitetônicas bem visíveis: os casarões e pequenos prédios que expressam o Brasil Republicano, os morros com suas escadas e vielas e a “passarela do samba” projeto assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em 1984.

Antes de chegar ao centenário deste santuário, vejamos alguns aspectos que aconteciam no mundo e nesta cidade e não deixaram deser grandes desafios àquela nova missão.

Quando foi criada a Paróquia, a Igreja Católica iniciava o pontificado de Bento XV, e o mundo enfrentava o início da 1ª Guerra Mundial (1914-1918).

As mulheres procuravam romper com o peso do patriarcalismo. Naquela época foi considerado um grande escândalo nacional a bela e jovem Nair de Tefé (musicista e cartunista), esposa do presidente da república Hermes da Fonseca, no baile do Catete, ao tocar ao violão o maxixe Corta jaca, de Chiquinha Gonzaga. Naquela época o violão era tido como instrumento de vagabundos e o maxixe uma dança um tanto quanto escandalosa, além de ter em sua raiz, as danças e cânticos dos escravos. Louro (Lourival de Carvalho) compõe Moleque vagabundo e lhe põe como genero “samba”.Na literatura Monteiro Lobato lança o artigo A Velha Praga, onde aparece pela primeira vez o personagem “Jeca Tatu”.O Rio de Janeiro é uma referência para o futebol. Em 1914 acontece o primeiro Fla X Flu.É criada depois a Federação Brasileira de Sports (depois CBD e hoje CBF). A nível político, as consequências da 1ª Guerra mundial o levou a aproveitar-se deste quadro para impulsionar a industrialização. No início da gestão de Wenceslau Braz, ocorreu a queda brutal das exportações, principalmente dos produtos agrícolas. O governo federal adotou uma política financeira austera, e foi responsável pela queima de três milhões de saca de café que estavam estocadas para evitar a queda nos preços do produto. Mais uma vez a política de valorização do café foi aplicada como desejavam as oligarquias cafeicultoras.

Voltando-se para a cidade do Rio de Janeiro, capital federal. Acontece nesse período um vigoroso crescimento do setor industrial. As pequenas oficinas e fábricas transformaram-se em grandes indústrias que produziam desde produtos têxteis até equipamentos e maquinários. As oligarquias agrárias, principalmente a poderosa classe dos cafeicultores que comandavam o aparelho de Estado e o Governo Federal, não tiveram condições de impedir ou frear a industrialização.

A expansão do setor industrial levou inevitavelmente ao crescimento da classe operária. Esse crescimento pode ser constatado ao observarmos que em 1880, o país contava com 54 mil operários; em 1920 esse número salta para 200 mil. No decorrer do processo de formação da classe operária no Brasil, surgem também as primeiras organizações trabalhistas e os líderes sindicais que começaram a atuar de forma mais combativa em defesa de reivindicações e interesses dos trabalhadores da indústria.

O surto industrial contribuía para o crescimento das vagas de emprego, mas as condições de trabalho nas fábricas eram absolutamente degradantes. As fábricas empregavam crianças, mulheres e homens que enfrentavam turnos de 14 a 16 horas por dia, não tinham salário mínimo nem remuneração no período de férias, e muito menos indenização por qualquer acidente de trabalho. Em tais condições, as greves começaram a ocorrer.

Nesta época, muitos operários foram presos e alguns líderes grevistas foram mortos. Embora tenham sofrido uma brutal repressão policial, e muitas de suas principais reivindicações não tenham sido atendidas, os movimentos grevistas deste período incentivaram uma maior organização da classe trabalhadora, de modo que nos anos seguintes surgiriam inúmeros sindicatos trabalhistas.

Fazendo a leitura a partir do nosso carisma, podemos dizer: os saletinos naquela época escolheram o lugar certo para nossa presença – o mundo urbano, no início da industrialização. Sem transportar as terminologias da teologia hoje, podemos afirmar que levando em conta ao jeito de ser Igreja daquele tempo, a construção deste santuário era uma resposta pastoral à sociedade industrial que ora se iniciava. Esta presença a cada década foi se confirmando, seja no apoio à Ação Católica Operária ou mesmo na época da Ditadura Militar quando foi alvo da desconfiança dos militares, de ser ali um local onde “escondia comunistas”...

Toda missão acontece de forma contextualizada, numa realidade concreta, marcada por conflitos e contradições – neste contexto nos inserimos neste bairro, com o nosso carisma da reconciliação.

Saíremos desta leitura histórica e chegaremos ao atual formato do Santuário, que começou como espaço para “cinquenta pessoas”. Olharemos o Rio de Janeiro do século 21, diante de uma cidade com seis milhões e trezentos mil habitantes. Este número ainda é maior se tomarmos a região metropolitana. Na rua Catumbi, no bairro que leva este mesmo nome, uma parcela deste povo está em festa para agradecer a Deus os 100 anos da criação do Santuário, desde a construção do pequeno tempo.

O Santuário de Nossa Senhora da Salette no Rio de Janeiro é portador de uma grande beleza: seu estilo gótico, seus vitrais, a harmonia das cores...

Neste ato de louvor, queremos agradecer a Deus algo que vai para além do altar, como diz o poeta Zé Vicente: “Bendito sejam os frutos da terra de Deus. Bendito sejam o trabalho e a nossa união. Bendito seja Jesus, que conosco estará além do altar”.

Nosso louvor será selado na mesa do altar e se prolongará para além do altar...

É momento de expressarmos nossa gratidão ao Povo de Deus. Povo de Fé, povo simples e acolhedor. Por onde  chegamos o povo nos acolhe, nos cerca de cuidados e carinhos!

Desde a pequena Igreja ao formato atual do Santuário, nosso louvor a Deus por todos os trabalhadores que ergueram cada parede, esculpiram as colunas... ergueram aquela torre tão esplendorosa...

Queridos Padres: Marcos Reis, Mário Prigol, Ático Fassini e Washington   – quis o Senhor Deus que neste ano jubilar vocês representassem a todos nós saletinos que há cem anos marcaram presença neste chão. Pelo ministério desta comunidade religiosa, nosso louvor a todos os religiosos (consagrados irmãos e padres) que dedicaram parte de sua vida neste Santuário. Alguns enfrentaram sérios problemas de saúde, muitos chegaram a falecer nesta missão. Este louvor estendemos ao Conselho Geral e Provincial de cada época, que deram seu apoio e acreditaram nesta missão.

Este Santuário Saletino, está no contexto da Arquidiocese do RJ a quem somos chamados a servir. Temos caminhado juntos desde a chegada dos saletinos, na pessoa do Cardeal Joaquim Arcoverde (1908) ao Cardeal Orani Tempesta, com todas as instâncias desta arquidiocese, com quem caminhamos na comunhão e participação.

Aos movimentos populares, a Ação Católica Operária, as rebeliões de ontem e de hoje, que foram nos convocando, como religiosos, ao nosso lugar social e exigindo nossa participação.

Como não lembrar da presença da Vida Religiosa feminina nesta missão... as irmãs que acompanharam os saletinos desde os primeiros contatos com esta arquidiocese às irmãs presentes nos morros. Recordamos a CRB Nacional que há anos teve sua sede nacional no bairro na Cinelândia e pudemos beber desta fonte e também contribuir em diversos serviços desta “nossa” entidade.

Amados irmãos saletinos da comunidade do Rio de Janeiro, a data oficial da comemoração deste jubileu coincidiu com um período com muitas atividades em nossa pastoral; estamos iniciando a Semana Santa. Em cada saletino presente nesta festa recebam nosso abraço de irmão... Que este abraço seja extensivo ao povo tão bom e acolhedor do Catumbi.

Esta semana vamos ter muito presente o texto do Evangelho de São João, de Maria ao pé da cruz (Jo 19, 25-27),este texto da nossa espiritualidade, nos inspire em sermos pessoas firmes e esperançosos, mesmo nos momentos desafiadores.

Historicamente as imagens da Salette são confeccionadas em três momentos: ela sentada chorando (imagem muito apreciada pelo povo); ela falando com os pastores e por fim ela subindo ao céu.

Convenço-me cada vez mais que é o momento pedirmos aos artistas que façam uma imagem de Nossa Senhora da Salette sorridente e feliz, com sorriso de dia de festa...bem alegre e contente. Creio que esta é a imagem que expressa a felicidade de Nossa Senhora neste jubileu.

Pe Marcos, Pe Mário, Pe Ático e Pe Washington, recebam de todo coração um abraço fraterno pela passagem do centenário do Santuário Nossa Senhora da Salette no Rio de Janeiro.

São Paulo, 13 de abril de 2014

Domingo de Ramos

 

Pe Edegard Silva Júnior

Missionário Saletino

 

“Bendito seja Jesus, que conosco estará além do altar”

Querida comunidade saletina no Rio de Janeiro:

É certo que humanamente falando, muitos irmãos do atual quadro dos religiosos saletinos não estejam vivos quando em 2064 o Santuário de Nossa Senhora da Salette do RJ completará 150 anos e em 2114 o seu segundo centenário...

Portanto, para nós que tivemos a graça de viver e celebrar o 1º centenário deste santuário, é momento de agradecimento e louvor. Mesmo estando em missão em outros estados e países, queremos fazer chegar nossa homenagem a todos vocês: religiosos e leigos deste Santuário.

Com todos os desafios de ser a segunda capital em população do nosso país, o Rio de Janeiro encanta e fascina o mundo. Mesmo conhecedores dos problemas do contexto urbano, não há quem não queira conhecer esta capital, com sua beleza ímpar, moldada pelas mãos do criador.

Existe outra beleza, que também vem das mãos do Criador: é o povo desta cidade, que carrega o seu jeito próprio de ser, confirmado no ditado popular: “sou carioca da gema, carioca da gema do ovo”...

Nesta cidade de tantas histórias e lutas, dos morros e favelas, do samba e da boemia, chegam oficialmente os Missionários Saletinos em 1912, depois de um período de discernimento e debates comunitários. Outros irmãos saletinos já escreveram muito bem os aspectos históricos desta nossa presença. Quero apenas neste momento, demonstrar nosso hino de gratidão a Deus, diante do gesto corajoso do Pe Moussier em adquirir o terreno no bairro do Catumbi e a fundação da Paróquia no dia 14 de abril de 1914.

A ardor missionário dos primeiros saletinos em nosso país, é a demonstração deste  “Sopro Divino”,  vento impetuoso que desinstala, envia e  levou-nos ao bairro do Catumbi.

Quando os saletinos chegaram em São Paulo o bairro de Santana,  era a região dos pobres e excluídos. Não foi diferente a realidade encontrada no Bairro do Catumbi. Passando rapidamente pela cidade do Rio de Janeiro dos anos de 1900, com seus oitocentos e onze mil habitantes chegamos ao Rio de Janeiro no contexto atual. Olhando o Catumbi do século 21 percebemos três realidades arquitetônicas bem visíveis: os casarões e pequenos prédios que expressam o Brasil Republicano, os morros com suas escadas e vielas e a “passarela do samba” projeto assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em 1984.

Antes de chegar ao centenário deste santuário, vejamos alguns aspectos que aconteciam no mundo e nesta cidade e não deixaram deser grandes desafios àquela nova missão.

Quando foi criada a Paróquia, a Igreja Católica iniciava o pontificado de Bento XV, e o mundo enfrentava o início da 1ª Guerra Mundial (1914-1918).

As mulheres procuravam romper com o peso do patriarcalismo. Naquela época foi considerado um grande escândalo nacional a bela e jovem Nair de Tefé (musicista e cartunista), esposa do presidente da república Hermes da Fonseca, no baile do Catete, ao tocar ao violão o maxixe Corta jaca, de Chiquinha Gonzaga. Naquela época o violão era tido como instrumento de vagabundos e o maxixe uma dança um tanto quanto escandalosa, além de ter em sua raiz, as danças e cânticos dos escravos. Louro (Lourival de Carvalho) compõe Moleque vagabundo e lhe põe como genero “samba”.

Na literatura Monteiro Lobato lança o artigo A Velha Praga, onde aparece pela primeira vez o personagem “Jeca Tatu”.

O Rio de Janeiro é uma referência para o futebol. Em 1914 acontece o primeiro Fla X Flu. É criada depois a Federação Brasileira de Sports (depois CBD e hoje CBF).

A nível político, as consequências da 1ª Guerra mundial o levou a aproveitar-se deste quadro para impulsionar a industrialização. No início da gestão de Wenceslau Braz, ocorreu a queda brutal das exportações, principalmente dos produtos agrícolas. O governo federal adotou uma política financeira austera, e foi responsável pela queima de três milhões de saca de café que estavam estocadas para evitar a queda nos preços do produto. Mais uma vez a política de valorização do café foi aplicada como desejavam as oligarquias cafeicultoras.

Voltando-se para a cidade do Rio de Janeiro, capital federal. Acontece nesse período um vigoroso crescimento do setor industrial. As pequenas oficinas e fábricas transformaram-se em grandes indústrias que produziam desde produtos têxteis até equipamentos e maquinários. As oligarquias agrárias, principalmente a poderosa classe dos cafeicultores que comandavam o aparelho de Estado e o Governo Federal, não tiveram condições de impedir ou frear a industrialização.

A expansão do setor industrial levou inevitavelmente ao crescimento da classe operária. Esse crescimento pode ser constatado ao observarmos que em 1880, o país contava com 54 mil operários; em 1920 esse número salta para 200 mil. No decorrer do processo de formação da classe operária no Brasil, surgem também as primeiras organizações trabalhistas e os líderes sindicais que começaram a atuar de forma mais combativa em defesa de reivindicações e interesses dos trabalhadores da indústria.

O surto industrial contribuía para o crescimento das vagas de emprego, mas as condições de trabalho nas fábricas eram absolutamente degradantes. As fábricas empregavam crianças, mulheres e homens que enfrentavam turnos de 14 a 16 horas por dia, não tinham salário mínimo nem remuneração no período de férias, e muito menos indenização por qualquer acidente de trabalho. Em tais condições, as greves começaram a ocorrer.

Nesta época, muitos operários foram presos e alguns líderes grevistas foram mortos. Embora tenham sofrido uma brutal repressão policial, e muitas de suas principais reivindicações não tenham sido atendidas, os movimentos grevistas deste período incentivaram uma maior organização da classe trabalhadora, de modo que nos anos seguintes surgiriam inúmeros sindicatos trabalhistas.

Fazendo a leitura a partir do nosso carisma, podemos dizer: os saletinos naquela época escolheram o lugar certo para nossa presença – o mundo urbano, no início da industrialização. Sem transportar as terminologias da teologia hoje, podemos afirmar que levando em conta ao jeito de ser Igreja daquele tempo, a construção deste santuário era uma resposta pastoral à sociedade industrial que ora se iniciava. Esta presença a cada década foi se confirmando, seja no apoio à Ação Católica Operária ou mesmo na época da Ditadura Militar quando foi alvo da desconfiança dos militares, de ser ali um local onde “escondia comunistas”...

Toda missão acontece de forma contextualizada, numa realidade concreta, marcada por conflitos e contradições –  neste contexto  nos inserimos neste bairro, com o nosso carisma da reconciliação.

Saíremos desta leitura histórica e chegaremos ao atual formato do Santuário, que começou como espaço para “cinquenta pessoas”. Olharemos o Rio de Janeiro do século 21, diante de uma cidade com seis milhões e trezentos mil  habitantes. Este número ainda é maior se tomarmos a região metropolitana. Na rua Catumbi,  no bairro que leva este mesmo nome, uma parcela deste povo está em festa para agradecer a Deus os 100 anos da criação do Santuário, desde a construção do pequeno tempo.

O Santuário de Nossa Senhora da Salette no Rio de Janeiro é portador de uma grande beleza:  seu estilo gótico,  seus vitrais, a harmonia das cores...

Neste ato de louvor, queremos agradecer a Deus algo que vai para além do altar, como diz o poeta Zé Vicente: “Bendito sejam os frutos da terra de Deus. Bendito sejam o trabalho e a nossa união. Bendito seja Jesus, que conosco estará além do altar”.

Nosso louvor será selado na mesa do altar e se prolongará para além do altar...

É momento de expressarmos  nossa gratidão ao Povo de Deus. Povo de Fé, povo simples e acolhedor.  Por onde   chegamos o povo nos acolhe, nos cerca de cuidados e carinhos!

Desde a pequena Igreja ao formato atual do Santuário, nosso louvor a Deus por todos os trabalhadores que ergueram cada parede,  esculpiram as colunas...  ergueram aquela torre tão esplendorosa...

Queridos Padres: Marcos Reis, Mário Prigol, Ático Fassini e Washington   – quis o Senhor Deus que neste ano jubilar vocês representassem a todos nós saletinos que há cem anos marcaram presença neste chão. Pelo ministério desta comunidade religiosa, nosso louvor a todos os religiosos (consagrados irmãos e padres) que dedicaram parte de sua vida neste Santuário. Alguns enfrentaram sérios problemas de saúde, muitos chegaram a falecer nesta missão. Este louvor  estendemos ao Conselho Geral e Provincial de cada época, que deram seu apoio e acreditaram nesta missão.

Este Santuário Saletino, está no contexto da Arquidiocese do RJ a quem somos chamados a servir. Temos caminhado juntos desde a chegada dos saletinos, na pessoa do Cardeal Joaquim Arcoverde (1908) ao Cardeal Orani Tempesta, com todas as instâncias desta arquidiocese, com quem caminhamos na comunhão e participação.

Aos movimentos populares, a Ação Católica Operária, as rebeliões de ontem e de hoje, que foram nos convocando, como religiosos, ao nosso lugar social e exigindo nossa participação.

Como não lembrar da presença da Vida Religiosa feminina nesta missão... as irmãs que acompanharam os saletinos desde os primeiros contatos com esta arquidiocese às irmãs presentes nos morros. Recordamos a  CRB Nacional que há anos teve sua sede nacional no bairro na Cinelândia e pudemos beber desta fonte e também contribuir em diversos serviços desta “nossa” entidade.

Amados irmãos saletinos da comunidade do Rio de Janeiro, a data oficial da comemoração deste jubileu coincidiu com um período com muitas atividades em nossa pastoral; estamos iniciando a Semana Santa. Em cada saletino presente nesta festa recebam nosso abraço de irmão... Que este abraço seja extensivo ao povo tão bom e acolhedor do Catumbi.

Esta semana vamos ter muito presente o texto do Evangelho de São João, de Maria ao pé da cruz (Jo 19, 25-27),este texto da nossa espiritualidade, nos inspire em sermos pessoas firmes e esperançosos, mesmo nos momentos desafiadores.

Historicamente as imagens da Salette são confeccionadas em três momentos: ela sentada chorando (imagem muito apreciada pelo povo); ela falando com os pastores e por fim ela subindo ao céu.

Convenço-me cada vez mais que é o momento pedirmos aos artistas que façam uma imagem de Nossa Senhora da Salette sorridente e feliz, com  sorriso de dia de festa...bem alegre e contente.  Creio que esta é a imagem que expressa a felicidade de Nossa Senhora neste jubileu.

Pe Marcos, Pe Mário, Pe Ático e Pe Washington, recebam de todo coração um abraço fraterno pela passagem do centenário do Santuário Nossa Senhora da Salette no Rio de Janeiro.

São Paulo, 13 de abril de 2014

Domingo de Ramos

Pe Edegard Silva Júnior

Missionário Saletino

Published in MISSAO (POR)
segunda-feira, 14 abril 2014 08:22

Tanzanian's Bishops at Rome

EN Some moments during the Eucharistic celebration of the Episcopal Conference of Tanzania during its ad limina visit, in the parish church of Our Lady of La Salette in Rome. Cardinal Pengo Polycarp is the titular bishop of our parish.

PL Kilka zdjęć z Mszy św. w kościele Matki Bożej Saletyńskiej w Rzymie, Konferencja Episkopatu Tanzanii z okazji wizyty ad limina w Rzymie. Nasz kościół w Rzymie jest przypisany kardynałowi Polikarpowi Pengo.

IT Alcune istantanee circa la celebrazione eucaristica della Conferenza episcopale della Tanzania in visita ad limina, nella chiesa parrocchiale N.S. de La Salette in Roma. Il cardinale Pengo Polycarpo e’ il titolare della nostra Parrocchia.

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sexta-feira, 11 abril 2014 10:05

Salettinian blogspot

saletinian blog

Published in BLOG (EN)
quinta-feira, 10 abril 2014 00:00

Páscoa 2014

 

                   Lasalette6                                                                                                                                       

 

Caros confrades,                                                                                                                               Santa Páscoa 2014                                        

"Levem a todos a alegria do Senhor ressuscitado". (Liturgia)

É com estas palavras finais da Liturgia da Ressurreição que eu gostaria de estender os meus mais sinceros e fraternos votos de uma feliz e santa Páscoa, também em nome do Conselho e da Administração Geral.

Espero que o caminho quaresmal, a pouco concluído, tenha envolvido a todos numa profunda renovação espiritual, quer pessoal, quer comunitária. Para muitos de vocês este caminho certamente foi vivido com muitos fiéis leigos que frequentam regularmente nossas paróquias, bem como com aqueles que tivemos a alegria de encontrarmos nas pregações feitas durante a Quaresma.

Juntos agradecemos ao Senhor que também neste ano convidou-nos à converção para fazermos mais e mais o nosso modo de vida semelhante daquele de Jesus. Ao fazer isso Ele nos deu uma oportunidade providencial, disse o Papa Francisco, de "nos despertar, de nos sacudir do medo e do risco de não seguir em frente."

O anúncio da Ressurreição, se recebida na fé, preenche com um verdadeiro sentido a nossa vida e a nossa história. Somente se alguém já teve a experiência, nem sempre fácil, do caminho purificador da Quaresma, pode apreciar a novidade, a beleza e a alegria deste anúncio.

Celebrar a Páscoa significa colocar à luz do Ressuscitado uma renovada confiança e esperança em nós mesmos, na vida da comunidade e em nosso ministério. É estar preparado para não só livrar-se da rotina que muitas vezes faz insignificante os nossos dias, mas também envolver-se na conversão do próprio coração tornando-se em testemunha fiel da nova vida iniciada por Jesus Cristo.

Junto com a alegria da Páscoa, gostaria de compartilhar com vocês a alegria da celebração de determinados eventos que marcaram a vida de nossa Congregação nestes últimos tempos:

No dia 19 de março, festa de São José, o Distrito da Suíça, celebrou o 90º aniversário da Escola de Untere Waid, inaugurada em 1924. Como "Escola Apostólica", por muitos anos recebeu e acompanhou com seu programa de formação dezenas de jovens ansiosos para se tornarem Missionários de La Salette. Terminada a experiência de seminário, a Escola foi aberta a jovens de ambos os sexos até se tornar um moderno colégio, conhecido e apreciado por toda a cidade de St. Gallen e região. Este instrumento de evangelização e promoção humana tornou-se com o tempo também um lugar privilegiado para a divulgação da mensagem de Nossa Senhora da Salette e a promoção do carisma da Reconciliação. Meus sinceros agradecimentos, bem como de toda a Congregação. Nossa oração de louvor pelo “Gymnasium La Salette", que tanto bem tem feito para os jovens até os dias de hoje, permanecendo fiel à sua meta, trabalhando em comum com toda a Comunidade Saletina ali presente e com aquela Igreja local.

No dia 7 de abril, o nosso confrade Pe. Robert Harder, ms, do Distrito da Suíça, completou seus 100 anos de vida. É o primeiro Missionário Saletino que chega a esta idade. Embora provado por tamanha idade e por algumas doenças compreensíveis, ele continua a viver na Comunidade de Untere Waid, em plena forma, apoiado pelo amor dos irmãos. Ele passou toda a sua vida em Angola, para onde foi no ano de 1946, com o primeiro grupo de missionários da Província da Suíça que começaram aquela obra. Sua vida como religioso e sacerdote foi sempre identificada com a missão. Fundou, em 1975, a "Congregação das Irmãs de Santa Catarina" para a evangelização e a promoção humana e espiritual das jovens. Hoje são 130 religiosas e estão presente em Angola, Espanha e Itália. Homem de oração e de uma genuína espiritualidade, fala com alegria a qualquer um que lhe pede sobre a sua experiência missionária em Angola. Embora ele agora vive na Suíça, o seu coração está sempre em solo africano. Com ele, queremos agradecer ao Senhor pelo dom da vida e também por todo o bem que ele fez como missionário no meio do povo angolano, por tantos e tantos anos! Ad Multos Annos,, caro Pe. Robert e que a Virgem de La Salette continue a protegê-lo!

De 29 de março a 5 de abril, juntamente com o Pe. Adilson, deveríamos fazer uma vista a Dom Claude Rault, Bispo do Sahara (Argélia), de acordo com a Decisão 15 do Capítulo Geral de 2012. Mas também desta vez, como no ano passado, o pedido de visto não foi bem sucedido. No final de junho próximo o Bispo Rault estará de passagem por Roma, nesta ocasião vamos nos encontrar e conversar sobre a estratégia a ser adotada a fim de poder visitá-lo na sua Diocese. Vamos mantendo todos vocês a par do desenvolvimento desta delicada tentativa.

Como vocês já ficaram sabendo pelo "boletim mensal" de março, Pe. Efren e eu viajamos para a Tanzânia, a convite de Dom Metódio Kilaini, Bispo Auxiliar de Bukoba, com o objetivo de estudar a viabilidade para a abertura de uma presença saletina naquela Diocese, em um futuro próximo. Em breve será preparado um relatório detalhado que será enviado aos Provinciais e assim à toda a Congregação. Convido-vos a rezar para que o Espírito Santo ilumine o Conselho Geral a fim de melhor acolher aquilo que corresponda aos planos de Deus e da Virgem de La Salette para a nossa Congregação.

Outro motivo de alegria é saber que no Haiti, onde trabalham três coirmãos de Madagascar, há jovens que desejam fazer parte da nossa família religiosa. O Capítulo Geral de 2012 (Decisão 14), não excluiu, a priori, o recrutamento vocacional no Haiti, no entanto, não forneceu critérios "concretos" para isso. Embora a situação é muito atraente e nos entusiasma, nunca deve faltar uma “pitada” de prudência acompanhada por processos de discernimento sobre o que fazer. Convido às Províncias em questão, Madagascar e América do Norte, para conversarem juntos sobre esta questão, em todos os seus aspectos (recrutamento, lugares, formação, pessoal, finanças, etc). De minha parte e do Conselho Geral vocês podem contar com a máxima atenção e jamais faltará uma colaboração ativa. Também este "projeto" colocamo-lo aos cuidados maternais de Maria, nossa Mãe. Ela nos mostrará o caminho a seguir como uma Congregação a serviço da Igreja e do mundo de hoje.

No Domingo de Ramos iniciaremos o PPP - 2014. Todo o Conselho Geral estará, por um mês, na Santa Montanha para realizar este programa. Serão 18 participantes. Para nossa alegria, entre este número teremos quatro Irmãs Saletinas. Pedimos a todos para se juntarem a nós na oração.

Juntamente com o Conselho Geral e outros membros da Casa Geral, desejo a cada um de vocês: postulantes, noviços, seminaristas, religiosos de todas as idades, doentes ou em situação de crise, onde quer que vocês estejam, uma feliz e santa Páscoa. Este desejo quero estendê-lo também a todos os “Leigos Saletinos” que compartilham conosco o anúncio alegre do Evangelho, à luz da mensagem de reconciliação da Virgem que chora de La Salette.

No Senhor ressuscitado, a minha benção a todos!

SILVANO, ms

 

Published in INFO (PT)
segunda-feira, 07 abril 2014 19:41

Twin Lakes / USA

Twin LakesAt our La Salette Shrine in Twin Lakes, WI, there is a beautifully crafted bronze statue of Our Lady of La Salette. This statue has an intriguing history.

A friend of our Missionaries found it in an antique store in San Francisco. It seems that for years this statue was placed at the entrance of an old gold mine. It was a custom of the miners to touch the statue as they would enter the mine. After the mine closed the statue eventually found its way to the store and ultimately to our Shrine at Twin Lakes.

No one knows how the statue began its odyssey to a mine’s entrance and then to the antique store in San Francisco. But this is just another example of how the Virgin of La Salette can touch our lives, sometimes in some very circuitous ways.

This story illustrates the fact Our Lady of La Salette has a remarkable ability of getting around, of showing up in the most unexpected or out of the way places. It leaves you wondering who did this, when and how?

Mary’s visit to La Salette was very different from many of her other apparitions. For example, Mary did not ask that a basilica be built there although later a beautiful shrine church would spring up atop this alpine mountain to commemorate this event and to serve its many pilgrims. She did not mandate any special devotion other than to pray well. And yet today we have many prayers, hymns and devotions dedicated to Our Lady of La Salette.

 Also she did not say anything about the need to establish a religious community. She simply asked these two simple children to make her message “known to all her people”. Yet amazingly not one but two religious foundations can trace their genesis to Mary at La Salette: The Missionaries of Our Lady of La Salette and the Sisters of Our Lady of La Salette.

We are reminded that Mary’s parting words to Maximin and Melanie – to make her message known to all her people – was addressed to us all and each of us has our own unique manner of accomplishing this mission.

Written by Fr. Jerry Lebanowski, M.S.

O Padre Roberto Harder MS (do Distrito da Suiça), celebra hoje, 7 de abril de 2014, cem (100) anos de vida! Natural de Nederburen / St.Gallen, é filho de Mathias Harder e Magdalena Hasler. Com apenas 9 anos de idade, depois da leitura do livro “história de uma alma” de Santa Teresa, começou a arder nele um forte desejo: tornar-se sacerdote! Em 1934 inscreve-se na Escola Apostólica de Untere Waid. Fez o noviciado em  Fribourg em  1936, e concluiu na mesma cidade os seus estudos teológicos, tendo-se laureado em 1944. Um ano antes da laurea, precisamente aos 29 de junho de 1943, tinha sido ordenado sacerdote. Três anos depois da sua ordenação, parte em missão para Angola, uma missão para a qual já se vinha preparando desde 1940. Pe. Roberto e outros 7 seus confrades suiços, partem para aquela que veio a ser a inauguração da presença saletina em Angola! Depois de experiências de missão em  Lukondo (missão que veio a ser abandonada nos anos 60), Hanha, uma breve passagem por Ndunde, será sobretudo na missão do Kola (zona de Kalukembe) que o Pe. Roberto dedicará maior tempo do seu apostolado! ( para descobrir essas missoes, basta ver o mapa da Provincia de Angola, na versao em lìngua portuguesa). A grande intuição missionária do Pe. Roberto, depois de descobrir o grande papel da mulher rural angolana na estabilização das famílias – mas também movida pela experiência pessoal junto da sua família – ,  foi a dedicação à catequese e à formação bìblica e humana das mulheres. Desta obra, nasceu o Instituto religioso feminino das Irmãs de Santa Catarina de Sena, hoje espalhadas por muitos lugares de Angola e também na Itália e na Espanha. Por razões de saúde, o Pe. Roberto Harder regressou para a Suiça em 2004. Em 2012, o Pe. Celestino Muhatili, ms, teve uma entrevista com ele, cuja pequena parte se pode ver aqui: 

 

O Padre Roberto Harder MS (do Distrito da Suiça), celebra hoje, 7 de abril de 2014, cem (100) anos de vida!

Natural de Nederburen / St.Gallen, é filho de Mathias Harder e Magdalena Hasler!

Com apenas 9 anos de idade, depois da leitura do livro “história de uma alma” de Santa Teresa, começou a arder nele um forte desejo: tornar-se sacerdote! Em 1934 inscreve-se na Escola Apostólica de Untere Waid. Fez o noviciado em  Fribourg em  1936, e concluiu na mesma cidade os seus estudos teológicos, tendo-se laureado em 1944. Um ano antes da laurea, precisamente aos 29 de junho de 1943, tinha sido ordenado sacerdote. Três anos depois da sua ordenação, parte em missão para Angola, uma missão para a qual já se vinha preparando desde 1940. Pe. Roberto e outros 7 seus confrades suiços, partem para aquela que veio a ser a inauguração da presença saletina em Angola! Depois de experiências de missão em  Lukondo (missão que veio a ser abandonada nos anos 60), Hanha, uma breve passagem por Ndunde, será sobretudo na missão do Kola (zona de Kalukembe) que o Pe. Roberto dedicará maior tempo do seu apostolado! ( para descobrir essas missoes, basta ver o mapa da Provincia de Angola, na versao em lìngua portuguesa).    

A grande intuição missionária do Pe. Roberto, depois de descobrir o grande papel da mulher rural angolana na estabilização das famílias – mas também movida pela experiência pessoal junto da sua família – ,  foi a dedicação à catequese e à formação bìblica e humana das mulheres. Desta obra, nasceu o Instituto religioso feminino das Irmãs de Santa Catarina de Sena, hoje espalhadas por muitos lugares de Angola e também na Itália e na Espanha. Por razões de saúde, o Pe. Roberto Harder regressou para a Suiça em 2004. Em 2012, o Pe. Celestino Muhatili, ms, teve uma entrevista com ele, cuja pequena parte se pode ver aqui: 
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